padreZé
Ainda não sei muito bem o que vai ser... talvez consiga meter aqui algo do que vou vendo, sentindo, pensando e aprendendo... para quem me quiser acompanhar por esta minha passagem por Roma (José Henrique Pedrosa | Pontificio Collegio Portoghese, Via Nicolo V, 3, 00165 Roma | 0039 0639090209)
terça-feira, novembro 29
sexta-feira, novembro 25
Já na passada segunda-feira tinha ido até à paróquia para participar num grupo de «escuta da Palavra» (grupo que reúne à segunda para reflectir e rezar o texto do Evangelho do Domingo seguinte), mas como era o primeiro encontro depois de umas férias prolongadas, acabou por não aparecer ninguém senão eu e os dois animadores… Acabou por não se fazer… Estivemos um bocado na conversa sobre catequese e formação e como as coisas funcionavam, e depois fomos embora.
É de louvar este esforço que dois leigos fazem todas as semanas para ajudar outros a entrar mais profundamente na mensagem que os textos bíblicos encerram. Aliás, é uma realidade muito difundida por Itália: grupos bíblicos (estudo mais sistemático de um livro da Bíblia), grupos de escuta da Palavra ou de «lectio divina»… Uma das formas de ajudar a perceber que a caminhada de formação cristã é para todas as idades, mas sobretudo para quem tem a capacidade de viver a fé de uma forma adulta, e de ajudar a fazer concretamente esse contínuo caminho de fé…
Hoje então foi com os mais pequenos. O esquema da catequese aqui é diferente. A maioria das paróquias tem 2 anos de preparação para a Comunhão, e outros 2 de preparação para o Crisma, e que podem ser ou não em contínuo. Aqui são, e por isso os miúdos deste grupo do último ano da catequese de preparação para o Crisma tinha entre os 11 e os 12 anos. Depois terão a proposta dos grupos pós-crisma…
Isto tudo para dizer que, depois de tanto tempo, gostei de estar no meio daquela «confusão» habitual dos miúdos desta idade!
quarta-feira, novembro 23
Primeira coisa a marcar: daqui a um mês dar um saltito até Leiria e arredores. Está prevista a partida para o dia 22 de Dezembro, e o regresso a 9 de Janeiro.
segunda-feira, novembro 21
A Cruz é vosso trono verdadeiro,
Morrendo conquistes nossas almas;
Reinais na santidade e na justiça,
Reinais no amor, na paz e na verdade.
(Hino de vésperas – Solenidade de Cristo Rei)
Hoje fui visitar Anagni, a sul de Roma, cidade natal de vários papas. A imagem é de lá. Uma escultura que está junto ao palácio de Bonifácio VIII. A cidade medieval é no alto de um monte, monumental, com vistas para o verde do vale, ruas estreitas…
Ao final da tarde (que agora é muito cedo…) o sol espelha-se na pedra e dá-lhe um colorido que a faz parecer dourada.
Duomo de Anagni
Um bom cenário para este dia de Cristo Rei, a solenidade com que se encerra o ano litúrgico. No próximo Domingo começa um novo ano com o primeiro Domingo de Advento. O Evangelho de hoje leva-nos para um ambiente de «julgamento»: uma parábola que nos revela que o reino de Jesus passa pelo «dar a vida», pela entrega. Por isso a Cruz é o seu trono: aí se dá totalmente, por amor… E a proposta é que o deixemos reinar em nós, amando-O numa entrega de nós próprios no concreto daqueles que são o «lugar» onde Ele habita: os que têm fome, sede, frio, os que não têm casa, prisioneiros ou doentes…
A «chave de leitura» deste texto penso que passa precisamente por isto: o que levamos de nós próprios é a capacidade de amar, no concreto da vida, como resposta a um Amor primeiro que na Cruz revela o que é a plenitude do Amor…
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Quando o Filho do homem vier na sua glória com todos os seus Anjos, sentar-Se-á no seu trono glorioso. Todas as nações se reunirão na sua presença e Ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos; e colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Vinde, bem ditos de meu Pai; recebei como herança o reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Porque tive fome e destes-Me de comer; tive sede e destes-me de beber; era peregrino e Me recolhestes; não tinha roupa e Me vestistes; estive doente e viestes visitar-Me; estava na prisão e fostes ver-Me’. Então os justos Lhe dirão: ‘Senhor, quando é que Te vimos com fome e Te demos de comer, ou com sede e Te demos de beber? Quando é que Te vimos peregrino e te recolhemos, ou sem roupa e Te estimos? Quando é que Te vimos doente ou na prisão e Te fomos ver?’ E o Rei lhes esponderá: ‘Em verdade vos digo: Quantas vezes o fizestes a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim o fizestes’. Dirá então aos que estiverem à sua esquerda: Afastai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o demónio e os seus anjos. Porque tive fome e não Me destes de comer; tive sede e não Me destes de beber; era peregrino e não Me recolhestes; estava sem roupa e não Me vestistes; stive doente e na prisão e não Me fostes visitar’. Então também eles Lhe hão-de erguntar: ‘Senhor, quando é que Te vimos com fome ou com sede, peregrino ou sem oupa, doente ou na prisão, e não Te prestámos assistência?’ E Ele lhes responderá: Em verdade vos digo: Quantas vezes o deixastes de fazer a um dos meus irmãos mais pequeninos, também a Mim o deixastes de fazer’. Estes irão para o suplício eterno e os justos para a vida eterna».
(Mt 25,31-46)
sexta-feira, novembro 18

Fiodor Dostoievski, Crime e castigo. Ainda não li o livro. Mas está de lado para ser o próximo em que vou pegar. 576 páginas que hoje vi resumidas em duas horas de teatro pela companhia Mauri Sturno, no teatro Argentina.
«O homem é um mistério difícil de resolver. Eu quero procurar compreender este mistério porque quero ser um homem».
E devo dizer que estas duas horas me abriram o apetite para voltar a ler Dostoievski, e entrar nesse «labirinto» da consciência humana…

Para terminar o dia, um grande filme: Ponette. A não perder! (no caso de ainda não se ter visto, claro…). Jacques Doillon realizou este filme onde Victoire Thivisol faz de Ponette, uma menina de 4 anos a quem morre a mãe num acidente automóvel… O resto, só mesmo visto!
quinta-feira, novembro 17
domingo, novembro 13
Talvez esta interpretação possa ajudar a entrar na história do Evangelho de hoje… ou talvez não! Porque nos pode fechar muito em nós próprios, e ver as coisas a partir de nós (o que também não deixa de ser uma reflexão interessante: que «talentos» tenho, como os meto a render ou os escondo?)…
Talvez o mais importante seja mesmo o de ver o «talento» como algo que nos é «confiado»: não é nosso, mas de Alguém que o oferece para tratarmos dele por um tempo! E então o essencial é mesmo isso: Alguém que está disposto a oferecer o que é seu, que distribui o que tem, que confia mais em nós do que o que possamos imaginar, que tem mais fé em nós que nós n’Ele… E confia-nos o mundo, a vida, e a Vida: confia-nos mesmo a Vida do Filho…
Por isso, penso que a crítica da parábola é mesmo ao «medo» de Deus (ou de uma «imagem de deus» que não corresponde ao Deus de Amor de Jesus Cristo…), que faz enterrar o «talento»: não olhar para Ele como Aquele que dá e se dá, mas viver fechado no que se tem procurando fazer tudo «certinho» para «comprar» uma salvação que não tem preço (porque é puro dom!). Em vez de entrar na mesma lógica de abertura e de partilha, sentir os «talentos» como algo nosso e para nós…
A humildade é precisamente este reconhecer que «tudo é dom»…

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola: «Um homem, ao partir de viagem, chamou os seus servos e confiou-lhes os seus bens. A um entregou cinco talentos, a outro dois e a outro um, conforme a capacidade de cada qual; e depois partiu. O que tinha recebido cinco talentos fê-los render e ganhou outros cinco. Do mesmo modo, o que recebera dois talentos ganhou outros dois. Mas, o que recebera dois talentos ganhou outros dois. Mas, o que recebera um só talento foi escavar na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor. Muito tempo depois, chegou o senhor daqueles servos e foi ajustar contas com eles. O que recebera cinco talentos aproximou-se e apresentou outros cinco, dizendo: ‘Senhor, confiaste-me cinco talentos: aqui estão outros cinco que eu ganhei’. Respondeu-lhe o senhor: ‘Muito bem, servo bom e fiel. Porque foste fiel em coisas pequenas, confiar-te-ei as grandes. Vem tomar parte na alegria do teu senhor’. Aproximou-se também o que recebera dois talentos e disse: ‘Senhor, confiaste-me dois talentos: aqui estão outros dois que eu ganhei’. Respondeu-lhe o senhor: ‘Muito bem, servo bom e fiel. Porque foste fiel em coisas pequenas, confiar-te-ei as grandes. Vem tomar parte na alegria do teu senhor’. Aproximou-se também o que recebera um só talento e disse: ‘Senhor, eu sabia que és um homem severo, que colhes onde não semeaste e recolhes onde nada lançaste. Por isso, tive medo e escondi o teu talento na terra. Aqui tens o que te pertence’. O senhor respondeu-lhe: ‘Servo mau e preguiçoso, sabias que ceifo onde não semeei e recolho onde nada lancei; devias, portanto, depositar no banco o meu dinheiro e eu teria, ao voltar, recebido com juro o que era meu. Tirai-lhe então o talento e dai-o àquele que tem dez. Porque, a todo aquele que tem, dar-se-á mais e terá em abundância; mas, àquele que não tem, até o pouco que tem lhe será tirado. Quanto ao servo inútil, lançai-o às trevas exteriores. Aí haverá choro e ranger de dentes’».
(Mt 25,14-30)
sábado, novembro 12
sexta-feira, novembro 11
Depois de uma breve apresentação de todas as 5, cada um teve a oportunidade de estar «mais de perto» com dois dos directores para uma apresentação mais alargada. E com isto se passou a manhã.
A tarde, como é costume, é preenchida com uma actividade mais lúdico ou cultural… Desta vez foi a visita à «specula» de Castelgandolfo. Ou seja, no palácio de férias dos Papas, em Castelgandolfo, está um centro de estudos dos astros. Apesar de actualmente o principal telescópio do Vaticano, para estudo dos «céus», esteja no Arizona (América), porque por aqui a noite já está demasiado influenciada pela luminosidade nocturna de Roma, Castelgandolfo continua a ser lugar para investigação, divulgação, congressos… sobre astronomia, astrofísica, astrobiologia, e tudo o resto que tenha a ver com astro e com o universo… Quanto ao contributo deste centro para a ciência, basta referir o nome de Angelo Secchi, considerado o pai da astrofísica moderna pelas suas descobertas.
E pronto, apesar de já ter estado várias vezes em Castelgandolfo, sobretudo para apreciar as vistas sobre o lago de Albano, desta vez a visita teve novidade. Pena não termos ido ver também os jardins do palácio… Mas tem de ficar sempre alguma coisa para uma próxima!
quinta-feira, novembro 10
Disse «recente», mas a verdade é que se trata daquilo que se passou antes de eu nascer! De qualquer maneira, penso que esta minha geração, que já não se lembra em primeira pessoa do 25 de Abril, e que acha o mais natural tanta coisa que veio depois da «revolução dos cravos», é a herdeira de uma história de democracia que não teve de ajudar a construir… e às coisas recebidas de graça nem sempre se dá o valor que elas têm… Por isso, (re)encontrar as raízes do que somos e temos hoje, pode ser sempre uma ajuda para as valorizarmos mais, e ajudar a evitar alguns percursos do passado...
quarta-feira, novembro 9
Uma pequena história que lhes dedico:
Um génio acabado de ser libertado por um pescador, diz-lhe:
«Pede três desejos para te conceder! Qual é o primeiro?»
«Pois…» diz o pescador, «quero que tu me faças suficiente inteligente para fazer uma escolha perfeita para os próximos dois desejos.»
«Concedido!», respondeu o génio. «E agora, quais são os teus outros desejos?»
O pescador pensou um pouco e respondeu:
«Obrigado, não desejo mais nada.»
segunda-feira, novembro 7
É que esteve todo o dia a chover e não deu para grandes imagens… Ou eu estava com pouca inspiração... Deixo apenas uma “amostra”…
Por isso, hoje o dia começou cedinho! Meter toda a gente no autocarro, e circular até à noite (que começa demasiado cedo…). E, fora a chuva, e o termos perdido alguns em Spoleto durante uma horita, tudo correu bem! A celebração em Cascia, na basílica da Santa Rita, o almoço em Norcia e a visita à cidade do São Bento, a passagem pelo colorido outonal do vale (que se notava suavemente através da neblina e da chuva…), a passagem pela grandiosidade medieval de Spoleto…
Por isso, e porque é Domingo, apenas uma pequenina ideia antes de deixar uma história que Jesus contou, e que tem muito de “intrigante” pelo meio (talvez uma daquelas em que os pormenores do enredo não passam disso…). E a ideia é esta: sempre que se chega ao mês de Novembro, e que me lembro que os anos vão passando (porque acabo o mês a contar sempre mais um…), os textos da liturgia começam a falar desta “urgência de vigilância”…
Tipo, como se Ele dissesse: «Olha que cada dia que passa é único, e as escolhas que neles fazes, são aquelas que ficam marcadas na história da tua vida; e essas, guardadas no passado, são as únicas que, por ti, ficaram imortalizadas para a eternidade… Por isso, toma atenção, não faças as coisas por fazer, mas trata de viver a vida com toda a liberdade e responsabilidade, para que cada momento presente (e por isso de eternidade, porque regista na história para sempre imutável…) seja com aquilo que vale a pena ser vivido… E, sabes bem, que o que importa é Amar… “entrar na festa do Esposo”…»
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se a dez virgens, que, tomando as suas lâmpadas, foram ao encontro do esposo. Cinco eram insensatas e cinco eram prudentes. As insensatas, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo, enquanto as prudentes, com as lâmpadas, levaram azeite nas almotolias. Como o esposo se demorava, começaram todas a dormitar e adormeceram. No meio da noite ouviu-se um brado: ‘Aí vem o esposo; ide ao seu encontro’. Então, as virgens levantaram-se todas e começaram a preparar as lâmpadas. As insensatas disseram às prudentes: ‘Dai-nos do vosso azeite, que as nossas lâmpadas estão a apagar-se’. Mas as prudentes responderam: ‘Talvez não chegue para nós e para vós. Ide antes comprá-lo aos vendedores’. Mas, enquanto foram comprá-lo, chegou o esposo. As que estavam preparadas entraram com ele para o banquete nupcial; e a porta fechou-se. Mais tarde, chegaram também as outras virgens e disseram: ‘Senhor, senhor, abre-nos a porta’. Mas ele respondeu: ‘Em verdade vos digo: Não vos conheço’. Portanto, vigiai, porque não sabeis o dia nem a hora.
(Mt 25,1-13)
quinta-feira, novembro 3
E se o desejo de eternidade fosse mesmo o projecto de Deus para a humanidade?
A maioria das pessoas que se mostra céptica em relação à «vida eterna» para além da morte, fá-lo porque a mentalidade dominante é a da visão de um universo fechado dentro das confins da realidade física:
Esta «visão do mundo» é fechada em si mesma e considera a física como o último horizonte do mundo. A física parece ser a última fronteira da realidade. Para além dela não há nada, não existe metafísica. Tudo é pensado dentro do mundo, como fruto do mundo, com uma finalidade dentro do mundo.
De modo particular, a hipótese «evolucionista» para a maior parte das pessoas não é de facto uma hipótese científica, mas um dogma acima de qualquer suspeita e não susceptível de discussão ou de falsificação. O homem é pensado como um animal que faz radicalmente parte do reino animal, como última etapa da evolução. Portanto a sua existência e inteiramente situada dentro do tempo e da história.
(J. Gevaert)
O dia dos «fiéis defuntos», com o recordar daqueles que nos precederam na vida e na morte, lança-nos num horizonte de eternidade. Passar para além do espaço e do tempo, para abraçar a Vida na perspectiva da ressurreição. E ganhando a morte um sentido novo, também a vida o tem…
quarta-feira, novembro 2
Mudam-se os espaços e, mesmo que se mantenha a vontade, de bolinho não se vê nada por aqui! Mas, mesmo sem os tais «bolinhos», não deixou de ser dia de Todos os Santos, e feriado (com pouca diferença a nível prático, que à terça não tenho aulas…)!
Com o tempo pouco convidativo para saídas, e com os dias a passar (já estamos em Novembro!), fiquei mesmo pelo meu quarto a ler um livro que acabou de sair: Rievangelizzare gli adolescenti, de Salvatore Barbetta (Roma, Elledici, 2005). Tem algumas perspectivas interessantes para a pastoral com adolescentes, que abrem algumas pistas de reflexão e trabalho também para a tese, e para começar a «sonhar» a actividade de um futuro próximo…
Já para o final do dia (ou da noite…), noutras leituras, encontrei uma pequena história que vou tentar traduzir do italiano o melhor que conseguir:
Um dia, um senhor disse aos seus escravos:
- «Estais livres!»
- «Como?!», exclamaram os escravos. «Não depende de ti essa decisão. A iniciativa deve partir de nós, senão não tem qualquer valor!»
- «Então decidam vocês!», disse o senhor.
- «Como?!», exclamaram os escravos. «Queres dar-nos ordens? Então de que serve sermos livres?».
A discussão, mal começada, assumiu logo tons mais ásperos. E nasceu ali uma longa guerra, longuíssima, tão longa que os actuais beligerantes se esqueceram das razões porque começou.Não sei se tem alguma coisa a ver com o dia de Todos os Santos, mas acho que sim… Que isto de «santidade» é sobretudo uma questão de acolher um dom, uma oferta de Vida, na liberdade e com responsabilidade… O resto vem por acréscimo… E, pelo que dizia o Evangelho de hoje, o resto é, em primeiro lugar, a felicidade de se saber no mesmo projecto de vida que o próprio Deus assume para si, e sonha para nós. E hoje não se celebra senão a certeza de podermos alegrar-nos com tantos que viveram e vivem nessa felicidade, livre e responsável.
Com ou sem «bolinho», não deixa de ser um dia de festa!...